quinta-feira, 8 de abril de 2010
Reconhecimento
CFFa aprova Disfagia e Fonoaudiologia Escolar-Educacional como novas especialidades.
O CFFa aprovou o reconhecimento como áreas de especialidade da profissão a Fonoaudiologia Escolar-Educacional e a Disfagia, durante 22º Sessão Plenária Extraordinária, no dia 20 de março. A decisão é resultado de estudo e debate com Conselhos regionais, Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, Academia Brasileira de Audiologia, Instituro Brasileiro de Fluência, Associação Brasileira de Gagueira e Instituições de Ensino Superior de 2008.
Reportagem na íntegra: www.fonoaudiologia.org.br/servlet/consultaNoticia?acao=¬id=138
terça-feira, 6 de abril de 2010
LOCAIS DE ATUAÇÃO
Locais de atuação do fonoaudiólogo
A história da Fonoaudiologia aponta que o fonoaudiólogo iniciou suas atividades em ambiente educacional. Posteriormente, ampliou a atuação para clínicas e estabelecimentos de saúde e, mais recentemente, em empresas onde desenvolve trabalhos relacionados à performance comunicativa. Desta forma, nota-se que o fonoaudiólogo pode atuar em diversos estabelecimentos como:
- Instituições de ensino voltadas para a educação infantil, ensino fundamental, médio, especial e superior
- Instituições da Saúde Pública
- Empresas diversas onde desenvolve assessoria e consultoria relacionadas à performance comunicativa, recrutamento e seleção e saúde auditiva e vocal dos trabalhadores
- Clínicas e consultórios particulares
- Clínicas de Audiologia
- Clínicas de Medicina do Trabalho
- Asilos
- Domicílios
- Hospitais
- Escolas e grupos de teatro e música
- Empresas, Representações e Centros que comercializem Aparelhos Auditivos
- Organizações não governamentais
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Áreas de atuação
Áreas de atuação do fonoaudiólogo
As áreas de atuação do fonoaudiólogo reconhecidas pelo CFFa foram estabelecidas na Resolução CFFa nº 320, de 17 de fevereiro de 2006. Sendo assim, são 05 as áreas atualmente reconhecidas pelo CFFa:
1. Audiologia
A “Audiologia é o campo da Fonoaudiologia voltado para promoção, prevenção, diagnóstico e reabilitação da função auditiva e vestibular, incluindo estudo e pesquisa. O objetivo principal da Audiologia é garantir a comunicação e a qualidade de vida do indivíduo por meio da otimização de suas habilidades auditivas” (item 1 do art. 4º da Res.320/2006).
2. Motricidade Orofacial
A “Motricidade Orofacial é o campo da Fonoaudiologia voltado para o estudo, pesquisa, prevenção, avaliação, diagnóstico, desenvolvimento, habilitação, aperfeiçoamento e reabilitação dos aspectos estruturais e funcionais das regiões orofacial e cervical” (item 2 do art. 4º da Res.320/2006). Está incluído também a área de estética facil.
3. Linguagem
A “Linguagem é o campo da Fonoaudiologia voltado para o estudo, pesquisa, promoção, prevenção, avaliação, diagnóstico e tratamento de transtornos a ela relacionados, a fim de garantir e otimizar o uso das habilidades de linguagem do indivíduo, objetivando a comunicação e garantindo bem estar e inclusão social” (item 3 do art. 4º da Res.320/2006).
4. Voz
A “Voz é o campo da Fonoaudiologia voltado para o estudo e a pesquisa da voz, a promoção da saúde vocal, a avaliação e o aperfeiçoamento da voz; assim como a prevenção, o diagnóstico e o tratamento das alterações vocais, quer sejam na modalidade de voz falada como voz cantada” (item 4 do art. 4º da Res.320/2006).
5. Saúde Coletiva
A “Saúde Coletiva é um campo da Fonoaudiologia voltado a construir estratégias de planejamento e gestão em saúde, no campo fonoaudiológico, com vistas a intervir nas políticas públicas, bem como atuar na atenção à saúde, nas esferas de promoção, prevenção, educação e intervenção, a partir do diagnóstico de grupos populacionais” (item 5 do art. 4º da Res.320/2006).
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Conselho Federal, Conselhos Regionais, Associações e Sociedades, Sindicatos.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009
O SÍMBOLO!

Fonoaudiologia no Brasil

Na década de 60, deu-se início ao ensino da Fonoaudiologia no Brasil, com a criação dos cursos da Universidade de São Paulo (1961), vinculado à Clínica de Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina, e da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1962), ligado ao Instituto de Psicologia. Ambos estavam voltados à graduação de tecnólogos em Fonoaudiologia, sendo que o primeiro currículo mínimo, fixando as disciplinas e a carga horária destes cursos, foi regulamentado pela Resolução n° 54/76, do Conselho Federal de Educação.
Nos anos 70, tiveram início os movimentos pelo reconhecimento dos cursos e da profissão. Foram criados, então, os cursos em nível de bacharelado, e o curso da Universidade de São Paulo foi o primeiro a ter seu funcionamento autorizado, em 1977. Sancionada em 09 de Dezembro de 1981, pelo então presidente João Figueiredo, a Lei n° 6965, que regulamentou a profissão de Fonoaudiólogo, veio ao encontro dos sonhos de uma categoria profissional, que ansiava ser reconhecida. Além de determinar a competência do Fonoaudiólogo, com a Lei, foram criados os Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia, tendo como principal finalidade a fiscalização do exercício profissional.
As atividades do Conselho Federal de Fonoaudiologia tiveram início em 1983. Em 15/09/84, pela Resolução CFFa n° 010/84, foi aprovado o primeiro Código de Ética da profissão, que elencava os direitos, deveres e responsabilidades do Fonoaudiólogo, inerentes às diversas relações estabelecidas em função de sua atividade profissional. O crescimento da profissão, a ampliação do mercado de trabalho do Fonoaudiólogo e uma maior conscientização da categora têm levado os Conselhos de Fonoaudiologia à revisão de toda a sua Legislação. O primeiro fruto deste esforço conjunto foi a elaboração de um Código de Ética novo. Aprovados em 17/12/95. O próximo passo será a revisão da Lei n° 6965, que está commpletando 15 anos.
Através de suas comissões de educação, desenvolvendo um trabalho que envolve a participação indispendável dos 31 cursos de Fonoaudiologia do Brasil, os Conselhos pretendem, também, reformular o currículo mínimo da Fonoaudiologia, e submetê-lo à apreciação do MEC, como forma de garantir ao profissional uma formação condizente com a realidade atual.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
FONOAUDIOLOGIA
"SER FONO
Não fala: COMUNICA-SE
Não engole sapo: DEGLUTE O BOLO ALIMENTAR
Não dá um jeitinho: FAZ MANOBRAS DE FACILITAÇÃO
Não faz cara feia: MUDA A EXPRESSÃO FACIAL Não bába: AUMENTA A SECREÇÃO
Não dá ataque: TEM DISTÚRBIO DE CONDUTA Não tem idéia: ELABORA UM PLANO TERAPÊUTICO
Não conclui: FAZ RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO
Não se engana: TEM ATO FALHO
Não muda de interesse: MUDA DE ESTRATÉGIA
Não ri: TRABALHA A MÍMICA FACIAL
Não abraça: FAZ ESTIMULAÇÃO CORPORAL
Não ouve: PRODUZ ONDAS ELETROFISIOLÓGICAS
Não solta a voz: VIBRA PREGAS VOCAIS
Não perde o fôlego: ENTRA NO AR DE RESERVA
Não escreve: FAZ TRANSCRIÇÃO FONÉTICA
Não lê: TEM CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA
Não brinca: FAZ TERAPIA
Não se despede: DÁ ALTA PARCIAL
Fono não é fonoaudiólogo: É FONO"
(autor: desconhecido)
OBRIGADA e sejam bem vindos!!!